Quando estive em São Paulo para os últimos preparativos da mudança, fiquei dirigindo nosso carro que tem direção hidráulica. Por um instante cheguei a duvidar se era mesmo hidráulica de tanto esforço que fiz para manobrar. A verdade é que estou mal acostumada com a direção elétrica do Livina e nem sabia que a diferença era tão gritante de uma para outra. Como a gente sabe, as duas têm a mesma intenção: auxiliar na redução do esforço aplicado na direção, mas resolvi dar uma pesquisada para saber as principais diferenças entre elas.
A hidráulica é ativada por meio de um liquido semelhante a um óleo de câmbio que através de um sistema hidráulico – como o nome já diz – amplia a força aplicada pelo volante ao sistema de direção, facilitando as manobras e dando a comodidade de uma direção mais leve. Já na direção elétrica, tudo é acionado por um sistema elétrico que faz o trabalho independentemente do motor do carro. Ou seja, é um motor elétrico que amplia a força que você faz no volante transformando a direção numa direção beeeem mais leve.
A direção elétrica não retira potência do motor, consome menos energia, melhora a perfomance do carro e consequentemente, economiza combustível. Ela é vista como ecologicamente correta, pois não utiliza o óleo e também minimiza ruídos.
Quanto aos custos de manutenção a hidráulica ganha, mas a elétrica tem menos peças para desgastar.
Nossa, alguém ainda prefere outra direção senão a elétrica?
Este texto foi escrito quarta-feira, 15 de julho de 2009 às 17:34 sob a(s) categoria(s) Blábláblá. Você pode acompanhar os comentários via o feed RSS 2.0. Comentários e trackbacks encerrados.
