Arquivos da categoria 'Aconteceu, virou manchete'

Check!

Publicado: 21 de fevereiro, 2010
Categoria: Aconteceu, virou manchete, Blábláblá

E duas das resoluções de ano novo já estão aí, minha gente!

Iniciar uma atividade física

Sim senhor, eu comecei! Até que para uma genuína preguiçosa estou indo muito bem, obrigada 4 vezes por semana. Numa Curves em frente ao bloco onde trabalho. Malho na hora do almoço, então não tem preguiça. Na quarta me dou ao luxo de descansar e almoçar com calma. Agora só tenho que aliar fortemente a uma dieta que a coisa anda!

Conseguir um emprego legal.

Na primeira semana do ano recebi a ligação para uma entrevista e deu tudo certo. Faço um trabalho parecido com o que fazia no Rio, mas implantar um sistema de gestão é um desafio do qual eu ainda não tinha enfrentado. Fui super bem recebida e estou bastante motivada.

No final das contas, uma resolução puxou a outra e estou adorando a nova rotina. E o ano acabou de começar.

7 anos

Publicado: 6 de agosto, 2009
Categoria: Aconteceu, virou manchete

E mais um ano se passou. 3 de namoro + 4 de casamento = agora são 7 ao todo. Viva nóis!

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Achei!

Publicado: 13 de maio, 2009
Categoria: Aconteceu, virou manchete, Blábláblá

Semana passada liguei para umas 20 imobiliárias diferentes e fiquei realmente irritada/impressionada com a maneira como a grande maioria dos corretores “nao te trata”.

Era sempre a mesma história: “Qual o seu nome? Telefone? Um de nossos corretores irá entrar em contato.” Só que pouquíssimos realmente retornaram a ligação. Devem estar com os bolsos cheios…

Mas eu tenho um problema sério de idealizar tudo: quero achar o apartamento perfeito, no lugar perfeito, com a metragem perfeita, nas condições de conservação perfeitas e claro, com o preço perfeito!

Ok, achei um ótimo ontem que não atende à todas essas minhas expectativas insanas, mas eu gostei bastante. Em Perdizes, logo no bairro que eu não queria nem ver por conta das ladeiras sem fim. Não tem metrô perto. Não é exatamente do tamanho que eu gostaria. Mas é fofo e eu quero ficar com ele. Vai entender…

A primeira a gente nunca esquece

Publicado: 16 de abril, 2009
Categoria: Aconteceu, virou manchete

Ontem voltei da minha primeira viagem à Europa. Fomos visitar o Alê em Londres e aproveitamos para dar uma passada em Paris. Eu até gostaria de ter visitado outras cidades, mas os 10 dias já foram bem curtos e ficou faltando conhecer um monte de atrações legais, então fica para a próxima ;-)

Foi sensacional. Londres!, London Eye, frio!, Big Ben, Bárbara e Hiro, South Bank, Pub, Fish and Chips, andando, Tower Bridge, metrô sujo, Flip Mino HD, Museu de História Natural, T-Rex, Museu de Ciência, Hyde Park, andando, Oxford Street, Primark, casaco de 5 libras! (mais conhecido como faivão), andando, Hamley’s, andando, Picadilly Circus, silly walks, andando…Eurostar (altamente recomendado), Paris!, walk talkies, cheiro de xixi, chuva, andando, Louvre, Monalisa, Rio Sena, Crepe de Nutella, Notre Dame, andando, Le Mic Mac, Panini 4 fromage, Torre Eiffel, Arco do Triunfo, andando, Champs Élysées, andando, La Brasserie de l’entrecôte, Sanfoneiro do metrô (mon Dieu!), Galeries Lafayette, cidade cara dos infernos, andando, Torre iluminada e piscando, andando, Moulin Rouge, andando, não sinto mais meus pés, banheiro do quarto sem vaso sanitário, Montmartre, Eclair de chocolate branco, lata de coca-cola por 6 euros!, andando, Eurostar, champagne, Londres, andando, waffle de chocolate belga, Gui Leite, Green Park, Palácio de Buckingham, andando, Trafalgar Square, Chinatown, Soho, andando, Pub, arrumando malas, andando, Ikea, + Oxford Street, + Primark, + Hamley’s, Heathrow, DutyFree fracassado, lar-doce-lar amassando minha filhota linda.

Ai, ai…foi bom demais, mas voltar pra casa é ainda melhor!

Eles vieram mesmo!

Publicado: 22 de março, 2009
Categoria: Aconteceu, virou manchete, Melhor do que ser surda

Depois de uma looooonga espera, ontem não consegui parar de repetir a frase: “é sério mesmo, eles estão aqui!”.

Som impecável e a voz perfeita do Thom Yorke ecoando por 2 horas na Apoteose cheia, mas nada sufocante. Durante o show fiquei em transe, anestesiada, sei lá. Depois que acabou, a sensação foi meio de festa de casamento, que você fica ansiosa por aquele momento, se prepara tanto e quando finalmente chega o dia, passa tão rápido!

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O repertório de 25 músicas teve a íntegra do recente In Rainbows e uma dose generosa de OK Computer. A parte mais experimental de Kid A e Amnesiac também passou por lá – o que sinceramente, pra mim, não faria muita falta. Parece que “Creep” estava banida do setlist, mas os caras abriram uma exceção por ser a primeira vez deles na América do Sul. Ufa!

Fiquei um pouco frustrada sem “High and Dry” que é minha preferida, mas, poxa… eles vieram!

Ensina-me a viver

Publicado: 25 de agosto, 2008
Categoria: Aconteceu, virou manchete

E depois de loooongo e tenebroso inverno com a vida cultural chafurdada na lama, pasmem: fui ao teatro.

A peça Ensina-Me a Viver está em cartaz na Sala Marília Pêra, do Teatro do Leblon. Com texto de Colin Higgins, tradução inédita de Millôr Fernandes e direção e adaptação de João Falcão, a montagem também serve de comemoração pelos 50 anos de carreira de Glória Menezes, que encabeça o elenco da obra.

Adaptação do filme homônimo que foi sucesso de crítica e público da década de 70, o espetáculo conta a história de Harold, um garoto sombrio, com fixação pela morte que vê a sua vida mudar quando conhece Maude, uma quase octogenária completamente apaixonada pela vida e adepta de uma filosofia hedonista.

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Digamos que a peça é uma comédia de humor negro com uma pitada de drama, mas definitivamente, é a comédia que dá o tom. Ela começa num criativo jogo formado em função de sucessivas movimentações dos objetos cênicos (executadas pelos integrantes do elenco de apoio) passando a compor inúmeros ambientes diferentes. As cenas em que Harold simula o suicídio são recriadas com forte impacto visual, cumprindo seu papel de divertir e assombrar a platéia. Pontos para a direção de João Falcão.

O carismático Arlindo Lopes é o idealizador do projeto. Além de ter comprado os direitos da peça, corrido atrás de produtora e equipe por quase 4 anos, ainda dá um show como o jovem Harold. Batemos um papo no final do espetáculo e ainda pude constatar que ele é um fofo. Augusto Madeira e Fernanda de Freitas – ambos com uma forte pegada cômica – interpretam várias personagens e acabam roubando a cena. Augusto tem 6 personagens (com destaque para Tio Vitor, um ex-militar que perdeu o braço na guerra) e Fernanda tem 3 (as três hilárias candidatas a namoradas de Harold). Pontos para o elenco todo.

O texto é divertido e tocante. A montagem cerca-se de grande profissionais, o figurino é lindo – evidenciando bem o lado mórbido de Harold e o ingênuo e divertido de Maude. A cenografia conquista desde o início, quando os créditos são projetados em telas móveis. Estas mesmas telas ficam em movimento durante toda a trama, compondo um cenário simples e eficiente. E para completar o conjunto com louvor, a trilha sonora é de arrasar. Enfim, no mínino, diversão garantida.

E lá se vão 6 anos!

Publicado: 6 de agosto, 2008
Categoria: Aconteceu, virou manchete

No dia 06-08-2002 a gente se beijou no meio de um showzinho que rolava no Far Up. Eu não fazia idéia do que ia acontecer dali para frente, principalmente em mais uma semana quando o Cris voltaria para o Canadá, mas já tinha meio que resolvido na minha cabeça que era *ele*. Como é que a gente decide esse tipo de coisa?? Sei lá! O problema era dele…

Para economizar memória, a gente casou em 06-08-2005.
Hoje, dia 06-08-2008, ele está lá em São Paulo e eu aqui na Bahia…

Mas para provar que esse blog ainda serve para alguma coisa, quero fazer aqui uma declaração para o meu amor e dizer o quanto ele me faz a mulher mais feliz do mundo e o quanto eu me sinto privilegiada por ele ter me escolhido. Que esses seis anos juntos foram demais e eu quero muito mais. Então a gente se encontra na sexta-feira e vai à forra, tá? ;o)

Madura, eu?

Publicado: 18 de maio, 2008
Categoria: Aconteceu, virou manchete

Passei a semana inteira pensando em escrever alguma coisa sobre o meu aniversário, afinal hoje estou entrando na casa dos “inta”.

Completar 30 anos faz você refletir. Como não olhar para o passado? Nas coisas que ficaram lá longe e hoje já não existem mais? Pensar no que eu fui, no que sou hoje e no que me tornarei daqui para frente? Tenho uma sensação gigantesca de que a vida está passando rápido demais e uma incerteza maior do que nunca sobre estar ou não fazendo tudo o que posso por mim e pelas pessoas que eu amo.

A gente também pára para pensar no que construiu até então, e disso, ah, eu não tenho do que reclamar. Tenho amigos que posso contar nos dedos de uma das mãos e me sinto privilegiada por poder chamá-los de amigos. Tenho uma família que não existe nem adjetivos para descrever. Escolhi o cara mais maravilhoso do mundo para ficar do meu lado e sou correspondida! Tive uma filha linda, doce e saudável. Trinta anos e eu me sinto apenas começando…parabéns pra mim!!!!

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Essa crônica foi extraída do livro “Mulher Madura”. Achei ótima.

QUATRO pessoas, num mesmo dia, me dizem que vão fazer 30 anos. E me anunciam isto com uma certa gravidade. Nenhuma está dizendo: vou tomar um sorvete na esquina, ou: vou ali comprar um jornal. Na verdade estão proclamando: vou fazer 30 anos e, por favor, prestem atenção, quero cumplicidade, porque estou no limiar de alguma coisa grave.

Antes dos 30 as coisas são diferentes. Claro que há algumas datas significativas, mas fazer 7, 14, 18 ou 21 é ir numa escalada montanha acima, enquanto fazer 30 anos é chegar no primeiro grande patamar de onde se pode mais agudamente descortinar.

Fazer 40, 50 ou 60 é um outro ritual, uma outra crônica, e um dia eu chego lá. Mas fazer 30 anos é mais que um rito de passagem, é um rito de iniciação, um ato realmente inaugural. Talvez haja quem faça 30 anos aos 25, outros aos 45, e alguns, nunca. Sei que tem gente que não fará jamais 30 anos. Não há como obrigá-los. Não sabem o que perdem os que não querem celebrar os 30 anos. Fazer 30 anos é coisa fina, é começar a provar do néctar dos deuses e descobrir que sabor tem a eternidade. O paladar, o tato, o olfato, a visão e todos os sentidos estão começando a tirar prazeres indizíveis das coisas. Fazer 30 anos, bem poderia dizer Clarice Lispector, é cair em área sagrada.

Até os 30, me dizia um amigo, a gente vai emitindo promissórias. A partir daí é hora de começar a pagar. Mas também se poderia dizer: até essa idade fez-se o aprendizado básico. Cumpriu-se o longo ciclo escolar, que parecia interminável, já se foi do primário ao doutorado. A profissão já deve ter sido escolhida. Já se teve a primeira mesa de trabalho, escritório ou negócio. Já se casou a primeira vez, já se teve o primeiro filho. A vida já se inaugurou em fraldas, fotos, festas, viagens, todo tipo de viagens, até das drogas já retornou quem tinha que retornar.

Quando alguém faz 30 anos, não creiam que seja uma coisa fácil. Não é simplesmente, como num jogo de amarelinha, pular da casa dos 29 para a dos 30 saltitantemente. Fazer 30 anos é cair numa epifania. Fazer 30 anos é como ir à Europa pela primeira vez. Fazer 30 anos é como o mineiro vê pela primeira vez o mar.

Um dia eu fiz 30 anos. Estava ali no estrangeiro, estranho em toda a estranheza do ser, à beira-mar, na Califórnia. Era um homem e seus trinta anos. Mais que isto: um homem e seus trinta amos. Um homem e seus trinta corpos, como os anéis de um tronco, cheio de eus e nós, arborizado, arborizando, ao sol e a sós.

Na verdade, fazer 30 anos não é para qualquer um. Fazer 30 anos é, de repente, descobrir-se no tempo. Antes, vive-se no espaço. Viver no espaço é mais fácil e deslizante. É mais corporal e objetivo. Pode-se patinar e esquiar amplamente.

Mas fazer 30 anos é como sair do espaço e penetrar no tempo. E penetrar no tempo é mister de grande responsabilidade. É descobrir outra dimensão além dos dedos da mão. É como se algo mais denso se tivesse criado sob a couraça da casca. Algo, no entanto, mais tênue que uma membrana. Algo como um centro, às vezes móvel, é verdade, mas um centro de dor colorido. Algo mais que uma nebulosa, algo assim pulsante que se entreabrisse em sementes.

Aos 30 já se aprendeu os limites da ilha, já se sabe de onde sopram os tufões e, como o náufrago que se salva, é hora de se autocartografar. Já se sabe que um tempo em nós destila, que no tempo nos deslocamos, que no tempo a gente se dilui e se dilema. Fazer 30 anos é como uma pedra que já não precisa exibir preciosidade, porque já não cabe em preços. É como a ave que canta, não para se denunciar, senão para amanhecer.

Fazer 30 anos é passar da reta à curva. Fazer 30 anos é passar da quantidade à qualidade. Fazer 30 anos é passar do espaço ao tempo. É quando se operam maravilhas como a um cego em Jericó.

Fazer 30 anos é mais do que chegar ao primeiro grande patamar. É mais que poder olhar pra trás. Chegar aos 30 é hora de se abismar. Por isto é necessário ter asas, e sobre o abismo voar.

Affonso Romano de Sant’Anna

Enfim, o lançamento!

Publicado: 29 de abril, 2008
Categoria: Aconteceu, virou manchete

E foi nesse último fim de semana que a revista finalmente chegou às bancas. Época São Paulo é o novo lançamento da Editora Globo. Ela é mensal e sai junto com a Época sempre na última semana do mês.

Como a revista não é vendida aqui pelas bandas do Rio, fomos até o aeroporto pra comprar um exemplar e prestigiar o trabalho do meu irmão que ralou durante meses perdendo noites de sono para idealizá-la.

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Eu sou suspeita para falar, mas sei o quanto o Alê é profissa e o resultado não podia ter sido diferente: a revista está linda, recheada de matérias bacanas e interessantes mesmo pra quem nem mora na cidade. Na verdade, só dá vontade de ir lá mais vezes…

Blogando?

Publicado: 26 de dezembro, 2007
Categoria: Aconteceu, virou manchete

Cris vai me sacanear por eu ter blogado mais de duas vezes num mesmo mês, mas o motivo é óbvio: estou de féeeeeeeriaaaaaas! Até dia 16 de janeiro, se não me chamarem pra voltar antes…toc, toc, toc!