segunda-feira, 1 de dezembro de 2003
O negócio lá perto de onde eu trabalho não ficou nada bom com toda essa chuva que caiu no fim de semana. Hoje acabaram liberando o pessoal mais cedo por conta do estrago.
Er....tenho que confessar que fiquei felizona e centro da cidade lá fui eu! Com direito a camelódromo e pés cansados no final do dia.
Mas foi tão bão. :o)
domingo, 30 de novembro de 2003
Você não viu "A Fantástica Fábrica de Chocolates" até hoje?
É uma vergonha! Pois eu já me redimi e assisti na semana passada, tá?! :oP
O misterioso Willy Wonka - dono de uma fábrica de chocolates - resolve lançar um concurso premiando apenas cinco felizardos no mundo inteiro: eles terão o privilégio de conhecer sua fantástica fábrica que mais parece um parque de diversões.
A odisséia que critica o consumismo, o poder da propaganda, a desonestidade e a falta de limites fica com cara de lição de moral, mas possui um senso apurado de humor passando do negro ao refinado, proporcionando ainda momentos únicos de fantasia e medo, principalmente pra quem o assistiu há vinte, trinta anos atrás.
O Cris por exemplo, estava dizendo dos altos pesadelos que já teve com a menininha fissurada em chicletes...hehehe.
Compramos o DVD do filme - todo restaurado pela Warner, inclusive com o som original - que possui além de outras coisas, comentários de Gene Wilder e todo o elenco infantil.
E Tim Burton está preparando um remake para o ano que vêm. Adivinha quem será Willy Wonka? Hein, hein? Johnny Deep, ca-la-ro. ;o)
Só quero ver o que o tio Tim vai arrumar....mas sinto que não vou me decepcionar.
sábado, 29 de novembro de 2003
Ontem fomos assistir a Maratona Odeon BR da 13a edição da Mostra Curta Cinema que contou com os programas Midnight, Festa e Erótico.
Programinha legal começando as onze da noite e rendendo até as cinco e pouco da matina: capuccino no intervalo e coisas bem bacanas na telona.
Dou destaque para meia dúzia dos cerca de trinta curtas exibidos. Grande parte do que vi, era conceitual demais para minha cabecinha. As imagens se distorciam na tela e eu pensava nas contas a pagar, enquanto os indies de plantão aplaudiam no final...fazer o quê? :oP
sexta-feira, 28 de novembro de 2003
E aproveitando que falei do chefe gringo que chega todo dia na minha sala vomitando fucking, lá veio ele hoje para mais uma vez meu dia começar com o pé esquerdo essa semana.
Deixa eu explicar, afinal isso aqui também serve pra desabafar.
Têm aparecido uma enorme quantidade de enxames de abelhas aqui no canteiro. Elas estão acostumadas a migrarem para cá nessa época, pois antes da grande área ser devastada para a construção, isso era um mangue.
Pois é.
O trabalho é paralizado por causa delas, é arriscado continuar qualquer atividade com um enxame ao seu lado. Isso parece óbvio, hã?
Só que levamos um tempo enorme capturando-as para levá-las para longe das frentes de trabalho. E o cidadão, que não entende patavinas de meio ambiente e muito menos ainda de legislação brasileira, chega aqui reclamando dos nossos esforços: - Burn!
Mas sabe, a equipe de meio ambiente foi contratada inclusive para resolver esse tipo de questão sem cometer abelhocídios.
Será que se desenhar a legislation - já que isso é tudo que interessa, porque significa MULTA saindo do seu bolsinho - ele entende? Xo/
Dái-me paciência...
quinta-feira, 27 de novembro de 2003
Tenho que admitir que eu sou uma desbocada. Quando escrevo, tento amenizar meus caráleo pra cacete e meus puta que o pariu, pra putz ou pombas. Muitas vezes na hora de falar eu também manero, é verdade.
Porque é mesmo feio de cada frase com nove palavras, sete serem palavrões. Agride. Eu mesma me sinto agredida toda vez que meu chefe gringo chega na sala cuspindo fucking and shit pra todo lado sem necessidade. Eu, hein.
Bom, mas já que comecei o assunto, vê se você não concorda comigo:
Um montão de gente teima em colocar acento agudo no u do cu quando escreve vai tomar no cu. Acho aceitável, já que quando você profere a frase - principalmente na cara daquele mané que te fez de besta - é pra lavar a alma e já sai com aquela entonação acentuada.
E as maneiras para as quais usamos phoda numa frase, por exemplo. É, eu gosto de escrever phoda com ph mesmo. Na hora de falar, sai certo, não se preocupe.
Não tem no dicionário, mas você sabe o significado literal. As variações phoda-se, que se phoda ou vai se fuder (que é a mais legal) hohoho, são ditas no intuito de ofender, mas em grande parte do tempo, o phoda é usado pra qualificar coisas. Você diz que aquele show foi phoda para mostrar o quanto ele foi bom, no entanto usa o mesmo phoda pra dizer o quanto seu dia foi difícil.
O que me intriga é que tipo de adjetivo ele se tornou afinal. Significaria então qualquer coisa de grande intensidade tanto para o bem quanto para o mal? Hummm, estranho.
Ah, vai me dizer que você não solta nem um merda quando dá uma topada? Falar palavrão é a libertação da alma!
Ok, se ninguém pisa no meu calo, normalmente sou uma mocinha bem comportada. ;o)
quarta-feira, 26 de novembro de 2003
terça-feira, 25 de novembro de 2003
Quem gostava da fórmula de “Os Normais” na TV, vai gostar do longa-metragem que está sendo exibido nos cinemas.
Clima e diálogos continuam os mesmos, a única diferença é que nesse roteiro o linguajar não tem censura e os palavrões rolam soltos, o que faz com que muitas vezes a cena fique até mais engraçada.
A trama nos transporta ao passado, contando a história de como Rui e Vani se conheceram. Mesmo se você não acompanhou as peripécias do carismático casal na televisão, vá sem medo de ser feliz. ;oP
segunda-feira, 24 de novembro de 2003
Foi um encontro inesperado: ele era grande. Na verdade enorme.
Veio pulando em minha direção e não pude evitar que aquela massa molenga e pegajosa entrasse minha boca adentro. Pensei em cuspir, não conseguia mastigar, o gosto era ruim demais! Tive ânsia de vômito, mas finalmente engoli.
Pelo menos escorregou direto para o estômago. Está lá até agora. Ugh.
quinta-feira, 20 de novembro de 2003
Putz, esqueci de falar que vi "Legalmente Loira 2" e adorei!
Desta vez Elle Woods está nos preparativos para seu casamento e todos que são importantes para ela devem comparecer a cerimônia. Por isso a moça contrata um detetive particular para encontrar a mãe de seu melhor amigo e descobre que ela está sendo usada como cobaia em uma poderosa empresa de cosméticos.
É claro que a loirinha não deixa barato! Resolve ir até Washington enfrentar os poderosos do Senado para aprovação de uma lei proibindo o uso de animais em testes de laboratório.
Eu ri o filme inteiro com todos os cachorrinhos fofos que aparecem e com as mil situações esdrúxulas mostradas. Mas aí lembrei de uma reportagem da Super Interessante que tava lendo um tempo atrás sobre nosso relacionamento com os animais e se temos o direito de usá-los.
Mais de trinta milhões de animais morrem por ano servindo de cobaia em testes de produtos de limpeza, cosméticos e medicamentos. Eles são forçados a ingerir doses crescentes das mais diversas substâncias. Umas são testadas também nos olhos e em alguns casos, a córnea vira pasta. :o(
A questão das cobaias é apenas uma das abordadas na matéria (que me fez chorar fácil). Há maneiras simples de minimizar esse sofrimento: Escolha produtos de empresas que não realizam testes em animais. Verifique os ingredientes de sabões, shampoos, cremes e procure pela frase "não testado em animais" nas embalagens. Nessa página existe uma relação de empresas que produzem cosméticos sem recorrerem aos testes em animais.
Aproveitando o ensejo, faço o apelo: não compre animais, adote e esterilize. Para cada cão de raça vendido numa feira ou numa pet shop, dois vira-latas são mortos em canis municipais, vítimas de maus tratos.
E finalmente: não deixe que crimes contra animais aconteçam diante de seus olhos, sem tomar uma atitude, com a Lei de Crimes Ambientais, não há mais razão para não denunciar maus tratos. Se for o caso, procure uma associação e peça orientação. Não seja cúmplice!
Ufa, desabafei. Não é muito, mas estou fazendo a minha parte. ;o)
Tendo como início um jantar de gala numa mansão após uma noite de ópera, os convidados se vêem aprisionados dentro da sala pra onde se dirigiram. Confinados durante dias e desesperados, não só pelas privações alimentares, como também pela pressão psicológica, eles são tomados por uma animosidade aterradora e aí sim começam a ver um ao outro, frente a frente, sem nenhum freio moral. As antipatias não são mais escondidas, o adultério passa a ser às claras. Nada mais importa, tudo é permitido.
Em seus filmes - sem nenhum arroubo técnico e com a maior simplicidade possível - Luis Buñuel (já falei que eu adoro esse cara) sempre tratou de criticar a sociedade, seu modo de vida e sua hipocrisia.
E “O Anjo Exterminador” é isso. Mestre.
quarta-feira, 19 de novembro de 2003
Êeeeeee! Agora eu moro no Vilago e tenho o meu próprio do-mí-ni-o. Lá-lá-lá-lá-lá!
Vai ser um pouco trabalhosa a mudança, mas vale a pena. Só de não depender mais daquele blogger filho de uma égua.
Obrigada, meu amor!
Então já pode alterar o meu link aí no seu blog para annamaronpontocompontobêérre, ok?
Acordei com ninguém menos que Mick Jagger, Keith Richards e Ron Wood ao meu lado. Eles sugavam uns monstros esquisitos: enormes dragões vermelhos com asas e chifres, esqueletos também gigantescos. Quando chegou minha vez, falei:
- Ah, não quero engolir esses bichos feios não. Tô com medo.
- Nah, não fica com medo. Cê vai ver como é legal - disse Mick.
Foi quando percebi que na minha direção vinha uma espécie de cachorro alado da "História Sem Fim" misturado com "Gasparzinho - O Fantasminha Camarada". Ele se aproximou e começou a lamber meu rosto, fazer carinho. Quando percebeu que meu medo havia ido embora, deixou-se sugar para dentro da minha boca. Foi tão rápido!
Acho que não é lá uma boa idéia tomar antialérgicos antes de dormir, né?
terça-feira, 18 de novembro de 2003
Fazendo minha ronda diária e passando pelo mais que obrigatório MegaZona, vi que o blog tinha saído na coluna do Gravatá nO Globo e então fui dar uma olhada.
Fala sério, Gravatá. De todos esses blogs que são indicados, você sempre escolhe uma frase besta qualquer ou um parágrafo bobo quando a página tá lotada de coisa bacana e criativa. Essa semana ainda estão a Nega do Leite e o Ranzinza na mesmíssima situação. Desde que eu conheço a coluna, ela é assim.
Sem querer cuspir no prato e já cuspindo, quando ainda escrevia umas coisinhas interessantes aqui no blog, ele foi parar lá. E....bingo! Foi usado um trecho de um post besta sem o menor critério.
Ou seja: você fica feliz por seu blog ter saído no caderno de informática e ao mesmo tempo frustrado por ele ter sido mal-aproveitado. Vai entender...
Na minha opinião, "Desconstruindo Harry" de 1997, foi o último filme realmente bom que Woody Allen fez.
Seu alter-ego da vez é um escritor de sucesso que tem mania de basear os livros em acontecimentos de sua vida pessoal. Tudo se desenrola na homenagem que sua antiga faculdade resolve fazer a ele e em sua procura por uma companhia para a cerimônia. O roteiro traz ainda as costumeiras e hilariantes reflexões sobre morte, religião e sexo. Se você ainda não viu, não espere muito mais do que eu...






