"...a adorada banda inglesa Radiohead vai fechar nos próximos dias sua participação no Tim Festival 2006, o principal evento brasileiro de música pop, que ocorrerá em São Paulo entre outubro e novembro, data que pode ser marcada atendendo as necessidades de agenda do grupo de Thom Yorke."
Estou esperando por isso há anos. Será que vai sobrar um ingressinho pra mim? :o/
No último mês tenho escutado diariamente o novo CD do Los Hermanos no carro enquanto vou e volto do trabalho e aos poucos vou me acostumando com ele.
Afinal, a gente tem aquela velha mania de criar expectativas, e estamos falando de um álbum diferente dos últimos trabalhos dos caras. O meu preferido - "Ventura" - é rico em texturas e metais, quase extintos nesse.

"4" começa instrospectivo, lá pelo meio dá uma levantada de leve e volta a ficar taciturno até acabar. A primeira impressão quando o ouvi foi: que músicas mais arrastadas, deixa eu pular essa faixa.
A tristeza nas letras está ainda mais obscura que nos álbuns anteriores. E continua linda.
Mas no final das contas, "4" está lá firme e forte no meu CD player. Não é pior nem melhor do que os outros, só é diferente.
Talvez eles sejam mesmo o nosso Radiohead: chegaram pra dar uma sacudida na música brasileira, seja lá em qual estilo for. :o)
Quando uma amiga te envia um cartão de aniversário com essa mensagem, é porque sabe das coisas....Ahahahah! Adorei! :oP
"Anninha, te desejo td de bom q possa existir nessa vida. Muita saúde, $, amigos, amor e q o Radiohead venha ao Brasil. Bjo!!!!!"
Ontem fomos ao show do Lenny Kravitz. Bom, ontem fomos numa muvuca na praia de Copacabana, porque show mesmo que é bom, eu praticamente não consegui assistir. Mal e porcamente quando não tinha nenhuma cabeça na frente, víamos 1/3 do telão.
Chegando ao metrô, demos de cara com uma massa sem tamanho de gente gritando e quase saindo pelo ladrão. As portas do trem não fechavam e consequentemente, ele não saía do lugar. Gente desmaiada sendo carregada às pressas. Decidimos ir à pé mesmo, sabe...
Já na praia, não consegui encontrar as pessoas com a qual eu tinha combinado. Até sentia o vibracall do telefone, mas ouvir o que elas diziam do outro lado da linha, puffffff. A cena de um cara sentado no chão, na chuva, de perna cruzada, vomitando em cima das pernas e depois jogando aguinha mineral pra limpar, foi deprimente/hilária.
No início entrei numa de que tinha que ir de qualquer jeito, já que era de graça, mas depois vi que pelo menos 90% das pessoas ali, tinham pensado como eu, só que com uma pequena diferença: elas foram lá pra fazer qualquer coisa, menos assistir ao show. :o/
Fomos embora no meio, não estava nos meus melhores dias de paciência. Tô REALMENTE e DEFINITIVAMENTE virando uma velha coroca. Humpf.
Se você quer saber como um lugar ao ar livre pode ser ao mesmo tempo claustrofóbico, pergunte à mim.
Mas apesar da muvuca, o show foi 100%. ;o)
Então é isso mesmo:
Depois de muito conversinha, boatos e quase confirmações, a Nokia anunciou na semana passada seu mais novo projeto. Trata-se do Nokia Trends, uma plataforma de marketing direcionada ao público jovem, que vai promover a apresentação do supertop DJ e produtor Fatboy Slim e do Sonarsound, uma edição brasileira do mega festival espanhol de música e artes Sónar.
Domingo - 07 de março - 17h - Praia do Flamengo (na altura da Rua Tucumã) - Di grátis. Te vejo lá!
E sábado lá no Skol Rio não deu nem pra respirar. O show insípido do Jorge Vacilo - que eu acho que apesar de ter uma ótima voz, é bem malinha – emendou na apresentação do Eletrosamba que acontecia na tenda. Sinceramente não levava a menor fé, mas a trupe manda bem pra cacete. Acabou, saímos pra tomar uma cerveja e quando vimos a Fernanda Abreu já estava no palco...arf, arf, arf! Depois de um showzinho honesto, ela chamou o Paralamas.
Putz, me arrepiou dos pés à cabeça ver o Herbert adentrando o palco sentado em sua cadeira de rodas. Eu nunca tinha assistido à um show da banda e depois que ele sofreu o acidente, achei que já era...mas ontem eu estava lá para conferir que o cara está mais vivo do que nunca com sua voz firme e segura, cantando "Alagados" (uma das músicas mais virundundeadas do país, por sinal :oP) e muitos outros cráaasicos mais.
E então chamaram o Los Hermanos...arf, arf, arf...Camelo entrou e foi cumprimentar Herbert, com o microfone aberto deu pra ouvir ele dizendo "putaqueopariu, cara, que honra!" enquanto o abraçava. :o) E tocaram juntos umas quatro músicas antes do Paralamas se despedir.
Quando os Hermanos engrenaram o show, eu já estava cansada de tanto cantar, gritar, pular e bater palma...arf, arf, arf. Pausa para uma água!
A noite foi boa demais. E na saída, compramos aquele salsichão pra arrematar. Comer papelão comanda. ;oP
De última hora resolvemos ir ao Vivo Open Air, pra quem não sabe é aquele evento que está tendo no Jockey com cinema ao ar livre, shows, bares e restaurantes.
Ontem foi a pré-estréia de um filmeco brasileiro chamado "Garotas do ABC". Conta uma história tosca de personagens incompletos em situações incompreensíveis com diálogos incrivelmente mal escritos (uma coisa meio "Malhação").
A única coisa que presta no filme - que até tem umas cenas divertidas – é a participação de Selton Mello, que aliás, compensa a fraqueza de boa parte do elenco, em especial as atrizes, que parecem nem saber o que estão fazendo ali.
O filme chegou a ser premiado com Candangos de Melhor Atriz e Ator Coadjuvantes por conta do bom trabalho que fizeram Vera Mancini e Enio Gonçalves, respectivamente, mas pára por aí.
E olha que eu nem sou de detonar filme, hein?... também teve a parte boa: a deliciosa brisa noturna que batia na gente enquanto assistíamos ao lixo que passava na tela grande ao ar livre. :o)
Mas chega de falar de filme, né? Já têm uns três posts que eu só falo disso! Vamos ao show. Ah, o Nando Reis.
Quando o Cris foi convidado para ir ao Blog 'N' Roll em agosto do ano passado e eu soube que a parte roll da parada seria o Nando, fiz questão de ir junto. Sou aquele tipo de fã tímido, mas nem tanto. Quero ir lá, ver de perto, arriscar um quero tirar uma foto com o Nando, mas nada de dizer o quanto acho suas letras e trabalho impecáveis e esse tipo de coisa. Bo)
Uma porção das suas músicas imortalizadas na voz de Cássia Eller foi cantada em coro pelo público e todas me arrepiaram até o couro cabeludo. Sua interpretação junto as fortes batidas do violão, davam um brilho ainda mais intenso a elas.
Entre outras, tocou a inconfundível "Fogo e Paixão" caindo em "My Pledge of Love". E para fechar o show com chave de ouro, sua linda "Marvin".
Saimos de alma lavada e completamente seduzidos pela apresentação emocionada e irrepreensível do cara. Na terça-feira voltaremos lá para ver Marina Lima e Rodrigo Amarante. Quem vai? :o)
Amanhã, Jorge Ben Jor chega abrindo a série de shows pré-reveillon na praia de Copacabana. Do próximo sábado até o dia 28 apresentam-se Fernanda Abreu, Ed Motta e Maria Rita.
Na passagem de ano, vários outros artistas se espalharão por palcos em diversas áreas do Rio:
Barra: Forroçacana, Lobão, GRES Salgueiro, Kiloucura, Elza Soares, Dudu Nobre e GRES Mocidade Independente de Padre Miguel
Copacabana: Sombrinha, Jorge Aragão, GRES Grande Rio, Eletrosamba, Lulu Santos, GRES Mangueira, Bossa Cuca Nova, VJ Alexis, Los Hermanos e GRES Beija-Flor
Flamengo: Bangalafumenga, Alceu Valença e GRES São Clemente
Ipanema: Isabela Taviani, MPB 4, Quarteto em Cy, Rogê e GRES Imperatriz Leopoldinense
Pedra de Guaratiba: Azul Limão, Golden Boys, Wando e GRES Tradição
Sepetiba: Arlindo Cruz, Bebeto, Zeca do Trombone e Altemar Dutra Jr. e GRES Unidos de Santa Cruz
Ilha do Governador: Razão Brasileira, Fundo de Quintal, Maurício Mattar e GRES União da Ilha.
O que está em negrito é o que me interessa. Vamos ver se dá pra gente chegar lá, já que nesse fim de mundo onde eu moro, não vai ter nada que preste. :o/
Sábado foi dia de ir ao show da Alanis no ATL Hall. Dia de gastar uma pequena fortuna pelo ingresso mais a taxa de conveniência do Ticket Master.
Sou fã da moça, esperava pelo dia em que ela viesse fazer um show decente no país, já que por aqui, só fez alguns pockets para imprensa há uns anos atrás.
O show foi impecável. Repertório bem escolhido, com uma porção de músicas bacanas do meu álbum preferido. Fiquei meio rouca, mas saí de lá satisfeita.
Ah, e vai me dizer que você já não sabia que ela tinha cortado as madeixas?
Bom, agora é só guardar mais dindin. Que venha o Tim Festival. :o)
Em janeiro, escrevi esse post aí de baixo que resolvi publicar de novo, por motivos que direi a seguir.
Tava lendo a reportagem "Quando a música é boa merece ser regravada" dia desses, onde o colunista fala de músicas que são regravadas pelas nossas bandas preferidas sendo dada outra roupagem.
Ele ressalta gafes que podem ser cometidas pelas pessoas que não têm o costume de olhar o encarte do álbum: - Essa música do Guns n' Roses é linda!, referindo-se ao cover "Live And Let Die", que na verdade é de Paul McCartney. Cita casos onde o artista aniquila um clássico maravilhoso e ainda onde ele pega a música, que às vezes nem é tão conhecida assim pelo grande público e faz dela um mega hit, podendo até fazer ressurgir o autor da obra há tempos esquecido.
É bastante comum você ouvir algumas pessoas falando daquela música do Rappa, "Hey Joe", que Jimi Hendrix gravou há décadas atrás, mas que na verdade nem é dele! A música é do Johnny Rivers, tendo como parceiro Willian Roberts.
Achei a reportagem até bem interessante. O que acontece comigo, na maioria das vezes, é justamente procurar a versão original, mas discordo quando ele diz que é raro um cover ficar melhor que o original, porque é difícil o artista colocar sentimento numa coisa que não foi ele que fez, pode até ser que seja raro mesmo, mas não acredito que seja esse o motivo. Se fosse assim, não existiriam vários intérpretes maravilhosos por aí. Frank Sinatra e Elis Regina são bons exemplos.
Lá ele fez também uma listinha de versões que em sua opinião, superaram os originais, o que me fez pensar em quais eu conseguiria me lembrar. Pensei na versão que o Cake fez para "I Will Survive"; "Smooth Criminal" do Michael Jackson, regravada por Alien Ant Farm; "You're Always On My Mind" do Elvis, pelo Pet Shop Boys ....er.... ei, ajuda aí!
Nessa página incrível você vai encontrar não só uma relação sem tamanho de músicas regravadas pelas bandas ou cantores que curte, como também quem regravou as que foram compostas pelos ídolos.
Além de passar umas boas horas tirando dúvidas, vai se livrar de pagar micos. Afinal, nenhuma dessas tinha como autor original os que eu citei. Surpreenda-se!
Mas o que houve pra ter tanto show maneiro junto ao mesmo tempo agora esse ano no país?!
Ueeeba, e já tenho programa garantido para o final do mês que vêm. ;o)
Ontem fiquei tão atribulada que nem deu tempo de passar por aqui. Mas eu fui NA PORTA do show do Coldplay. Fiquei com pena de pagar R$70. Na verdade, ainda tinha esperanças de chegar lá e poder usar minha carteirinha de estudante...shame on you, Anna!
Ok. Guardemos (para) e aguardemos (pelos) dias 16 e 27. The show must go on!
Eu nem sou vidrada em ter álbuns originais das bandas que eu curto. Me contento em baixar as músicas, queimar um CD, me esbaldar de ouvir e pronto.
Mas esse aqui eu fiz questão absoluta: trinta e cinco reais gastos com louvor.
O trabalho dignifica a mulher. E cansa também.
Quem sabe amanhã eu já não tô mais acostumada? Ai, boa noite.
Ah, me avisa aí quando é que começa a vender os ingressos do show do Coldplay, por obséquio?
Há um tempo atrás ouvi falar nessa história sobre a estranha relação entre o álbum "The Dark Side Of The Moon" do Pink Floyd e o filme "O Mágico de Oz" e fiquei bastante curiosa.
Procurando sobre o assunto, encontrei essa página que aponta as referências e explica todo o procedimento para que você consiga assistir fazendo a sincronia entre os dois.
Baixamos uma versão já sincronizada do álbum com o filme e hoje pude conferir. Fiquei realmente impressionada. Se você puder, não deixe de dar uma olhada e depois tire suas próprias conclusões.
Agora: não consigo nem imaginar como estava a alma do cidadão que "sacou" toda essa maluquice...uia.
Show duca.
Impressões boas:
· Timbres de voz redondos (e eu sou mais o jeito arrastadão de como estivesse bêbado do Rodrigo Amarante do que o já badalado Marcelo Camelo).
· Instrumentos afinadérrimos e sincronizados. Tudo igualzinho ao que está lá no álbum novo e que é bom demais.
· Iluminação e cenário nota dez: cidade maravilhosa ao fundo.
· Tocam uma porção de músicas bacanas dos dois álbuns anteriores.
· E não, eles não tocam "Anna Júlia".
Impressões ruins:
Umas escapulidas do som de vez em quando? Nah, não tive más impressões.
Impressões externas ao palco:
Acho que existem mais clones do Camelo do que do Saddam por aí...
Tem amanhã de novo e os ingressos já estão esgotados. Não tem bis nem "Aline" (quase implorada pelo público).
Cris finalmente queimou um CD do álbum novo do Los Hermanos pra mim. Depois da décima quinta vez seguida ouvindo, posso afirmar que é muito, muito bom. Com destaque para a faixa treze de nome "Do Lado De Dentro".
Os arranjos são preciosos e as letras belíssimas. E é uma delícia enxergar váaaaarias influências sensacionais ali.
Confirmado:
Coldplay no Brasil em setembro. Metallica, Foo Fighters, Echo & The Bunnymen e Iron Maiden também virão novamente ao país até o final do ano ou início de 2004.
Eba, eba!
Eu já fui em shows de todas as bandas, menos Coldplay (primeira vez no Brasil) e Metallica (marquei bobeira mesmo). Mas nunca é demais assistir as outras novamente, né não?
Ser irmã de jornalista tem lá suas vantagens. O Alê trouxe pra casa em primeira mão o novo álbum do Radiohead que só será lançado na segunda-feira. É óbvio que eu já tinha baixado as músicas da Internet, mas as que estão disponíveis não são iguais ao produto final.
E "There There" é mesmo de chorar. Preciso dizer que ficou tudo muitcho bom? :o)
Quando eu tinha uns cinco, seis anos minha mãe comprou um sonzinho Aiwa double deck e rádio. Passei toda a minha infância comprando fita cassete em vez de LP. Os que eu tinha - Topo Giggio e a Turma do Balão Mágico, entre outros - ficavam na casa da minha madrinha para eu ouvir quando fosse lá.
Passei minha adolescência ainda comprando fitas até o dia que ganhei um vinil do Celso Blues Boy. Então desencravei uma vitrola antiga que nem sabia que existia lá em casa. A partir daí comecei a comprar alguns LPs. O álbum Janis Joplin - Farewell Song foi o primeiro. E passava infindáveis tardes ouvindo aquele disco na maior altura enquanto minha mãe gritava: "Baixa isso, que eu não agüento mais ouvir essa mulher berrar!".
Eu tinha mania de passar minhas tardes ouvindo música e possuía ainda um caderno onde copiava as letras porque gostava de cantar junto pra aprender as letras, inclusive as internacionais. Meu irmão costumava achar graça de me ouvir cantar uma letra impecavelmente em inglês sem saber uma palavra do que estava dizendo :oP
O meu caderno ia de Beto Guedes a Roxette. Tinha de tudo ali.
Ah, sim. Eu lembrei disso porque ontem enquanto lavávamos a louça do jantar cantávamos "Geni" e "Faroeste Caboclo" e foi inevitável pensar que isso é coisa de adolescente que não tem mais o que fazer e fica decorando música de letra gigante :oP
Hoje parei pra pensar o quão pouco eu falo de música por aqui. Já tinha ouvido lá no Canadá e pra variar esqueci de comentar como o novo álbum do Blur é phoda!!
O primeiro single 'Out Of Time', foi programado para ser lançado dia 21 de abril e o novo trabalho da banda dia 5 de maio. Mas baixa logo isso aí no Soulseek. Dou um certo destaque para a faixa 11 de nome "Jets", depois diz aí o que você achou.
Trilha Sonora do Dia:
O Portão
( Roberto Carlos - Erasmo Carlos )
Eu cheguei em frente ao portão
Meu cachorro me sorriu latindo
Minhas malas coloquei no chão
Eu voltei.
Tudo estava igual como era antes
Quase nada se modificou
Acho que só eu mesmo mudei.
E voltei.
Eu voltei agora pra ficar
Porque aqui, aqui é meu lugar
Eu voltei pras coisas que eu deixei
Eu voltei.
Fui abrindo a porta devagar
Mas deixei a luz entrar primeiro
Todo o meu passado iluminei
E entrei
Meu retrato ainda na parede
Meio amarelado pelo tempo
Como a perguntar por onde andei
E eu falei.
Onde andei não deu para ficar
Porque aqui, aqui é meu lugar
Eu voltei pras coisas que eu deixei
Eu voltei.
Sem saber depois de tanto tempo
Se havia alguém a minha espera
Passos indecisos caminhei
E parei
Quando vi que dois braços abertos
Me abraçaram como antigamente
Tanto quis dizer e não falei
E chorei.
Eu voltei agora pra ficar
Porque aqui, aqui é meu lugar
Eu voltei pras coisas que eu deixei
Eu voltei.
É carnaval!
Hei você aí me dá um dinheiro aí
Me dá um dinheiro aí
Hei você aí me dá um dinheiro aí
Me dá um dinheiro aí
Não vai dar
Não vai dar não
Você vai ver que grande confusão
Eu vou beber
Beber até cair
Me dá, me dá. me dá, oi
Me dá um dinheiro aí
(Homero, Ivan e Glauco Ferreira)
Marchinhas de carnaval são umas das poucas coisas que valem à pena nesses dias de folia que se seguem.
Crônicas urbanas, normalmente de temas cotidianos. Histórias do dia-a-dia dos subúrbios cariocas e muitas vezes com conotação política. Só que infelizmente quase não se ouve mais essas preciosidades que por sinal são tão atuais...
Depois desse post do Caio...
towering above the box
Já faz uns bons dez dias que eu estou com esta caixa em mãos sempre com aquele medo de "putz, são 11 cds, vai até enjoar de escutar". Mas Radiohead é o tipo de coisa que não enjoa.
...e desse meu comentário:
Argh! Isso é pra matar de inveja?!
Eis que o Cris me deu de presente!
URRÚ!!! Mais de 13h de Radiohead sem sair de cima!!
Tava lendo a reportagem "Quando a música é boa, merece ser regravada" dia desses, onde o colunista fala de músicas que são regravadas pelas nossas bandas preferidas sendo dada outra roupagem.
Ele ressalta gafes que podem ser cometidas pelas pessoas que não têm o costume de olhar o encarte do álbum: - Essa música do Guns n' Roses é linda!, referindo-se ao cover "Live And Let Die", que na verdade é de Paul McCartney. Cita casos onde o artista aniquila um clássico maravilhoso e ainda onde ele pega a música, que às vezes nem é tão conhecida assim pelo grande público e faz dela um mega hit, podendo até fazer ressurgir o autor da obra há tempos esquecido.
É bastante comum você ouvir algumas pessoas falando daquela música do Rappa, "Hey Joe", que Jimi Hendrix gravou há décadas atrás, mas que na verdade nem é dele! A música é do Johnny Rivers, tendo como parceiro Willian Roberts.
Achei a reportagem até bem interessante. O que acontece comigo, na maioria das vezes, é justamente procurar a versão original, mas discordo quando ele diz que é raro um cover ficar melhor que o original, porque é difícil o artista colocar sentimento numa coisa que não foi ele que fez, pode até ser que seja raro mesmo, mas não acredito que seja esse o motivo. Se fosse assim, não existiriam vários intérpretes maravilhosos por aí. Frank Sinatra e Elis Regina são bons exemplos.
Lá ele fez também uma listinha de versões que em sua opinião, superaram os originais, o que me fez pensar em quais eu conseguiria me lembrar. Pensei na versão que o Cake fez para "I Will Survive"; "Smooth Criminal" do Michael Jackson, regravada por Alien Ant Farm; "You're Always On My Mind" do Elvis, pelo Pet shop Boys ....er.... ei, ajuda aí!
Colin Greenwood, baixista da melhor banda de todos os tempos avisa: "O novo álbum já está prontinho pra ser lançado e, sinceramente, acho que ficou muito bom".
Como é feitio do Radiohead, o titulo do álbum é bastante curioso "2+2=5" e deverá chegar em meados de março de 2003. O músico falou sobre uma possível ida ao Brasil (em princípio, a banda iria ao Free Jazz) Tudo o que eu espero é estar aí quando eles aparecerem!