Arquivos de Maio, 2003

sampa

Publicado: 31 de Maio, 2003
Categoria: Blábláblá

Daqui a pouco estaremos saindo pra passar uma semana na casa do Alê em Sampa. E de lá, hei de blogar :o)

pessoas que visitam blog

Publicado: 30 de Maio, 2003
Categoria: Blábláblá

A maior parte das pessoas que visitam blogs o faz durante o dia, provavelmente no trabalho em horário de expediente. E também é comum no final de semana os acessos caírem significativamente apesar da conexão ficar congestionada e lenta nesse período.

Qual a sua explicação para a queda de acessos se é exatamente nos finais de semana que todo mundo se pendura (entre outros motivos, por conta do pulso único)?

Você:

a) Desiste de visitar a página porque acha que o blogueiro não vai atualizá-la mesmo.

b) Só acessa no trabalho porque não têm computador e/ou Internet em casa.

c) Prefere acessar os sites pornográficos porque não pode fazê-lo no trabalho.

d) Acha que as pessoas que visitam blogs durante a semana não são as mesmas que congestionam a Internet nos finde.

e) Não está afim.

f) Fica com vontade de quebrar tudo de tão lenta que fica.

g) Acha isso um absurdo, porque acessa blogs todos os dias e é inadmissível que todos também não o façam.

h) Considera essa pesquisa inútil.

i) Concorda com todas as questões acima.

j) Acha que nenhuma das questões acima está correta.

Obs.: A letra B não se encaixa na
“Teoria do Fim de Semana: - Blog/ + Internet”, mas ainda assim é válida para a pesquisa.

Obs.2: Se sua resposta foi a letra J, explique o porquê. Sua opinião é muito importante para nós.

revista zero

Publicado: 30 de Maio, 2003
Categoria: Aconteceu, virou manchete

E os caras da revista Zero na sua mais nova edição dedicada a “Matrix Reloaded” copiaram descaradamente um box que meu irmão escreveu para a capa da Ilustrada em 1999, quando o primeiro filme foi lançado aqui.

Uma tal de Ana Cecília Del Mônaco Monteiro assinou a reportagem sem fazer qualquer menção a fonte.

É no mínimo uma puta cara-de-pau, meu!

jogos

Publicado: 30 de Maio, 2003
Categoria: Blábláblá

Eu sempre gostei de jogos. Os piques de tudo que era tipo (inclusive no meu prédio brincávamos de pique pilastra pelo fato do playground tê-las por todos os lados) desde aqueles jogos de tabuleiro da infância como Banco Imobiliário, Jogo da Vida, Detetive e etc.

Ah! Eu também adorava Cara a Cara. Imagem & Ação, Master e War nem se fala. Costumava jogar futebol de botão com o Alê de vez em quando, mas definitivamente não era boa naquilo.

Cheguei a jogar Enduro e Freeway no Atari e realmente adorava, mas não consigo suportar joguinhos eletrônicos em geral. Tenho verdadeira aversão, não me pergunte porquê. Tinha ódio mortal daquele “animalzinho” chamado Tamagotch.

Gostava muito também de jogar RPG na adolescência. Não sei nenhum jogo de cartas além de Buraco, até sabia Mau-mau, mas esqueci completamente as regras.

Hoje, conversando com o Pedro pelo ICQ, falamos sobre jogos e me lembrei de tudo isso além de uma história ridícula numa partida de mímica no Jogo do Gugu onde eu precisava mimicar uma cobra. Em vez de fazer como todos os outros seres normais e buscar meios onde o grupo pudesse acertar pela quebra de palavras mais fáceis de mimicar, eu me deitei no chão de bruços e comecei a rastejar. Todos se entreolhavam sem entender o que eu me aventurava a fazer ali afinal.

É mesmo necessário dizer que todo mundo caiu na gargalhada? Bom, acho que foi depois disso…eu fiquei traumatizada e nunca mais joguei nada. :oP

futum de sovaco

Publicado: 29 de Maio, 2003
Categoria: Blábláblá

Peraí, quem em sã consciência vai ficar relaxada ao cheirar futum de sovaco masculino??!!

busca por vagina

Publicado: 29 de Maio, 2003
Categoria: Pffff!

E chegaram aqui buscando por “vagina de uma mulher“. Quando você achar “vagina de um homem” por favor, me avise. Vai ser interessante poder ver.

conto campos eliseos

Publicado: 29 de Maio, 2003
Categoria: Ai, lá vem você?

- Ô, Nina, lembra do Walter, aquele cara lá da firma? - perguntou Celso à esposa que preparava o jantar.
- Sei, o que tem ele?
- A gente se encontrou hoje na fila do banco. Você precisa ver como ele tá.
- Como assim, engordou, emagreceu?
- Nada, tá a mesma coisa, mesmo cavanhaque, aquele gel escroto no que resta de cabelo na cabeça. Só que casou com uma coroa cheia da grana logo depois que foi chutado lá do serviço.
- É, é? Esses golpes já tão mais do que manjados, tem isso em tudo que é novela e essas otárias sempre caindo. Tsc, tsc, tsc…
- Que nada, Nina. O cara tá apaixonado, diz que ela é tudo que ele sempre quis na vida.
- Ah, claro. Cheia do dinheiro. Quem não quer?
- Foi isso que eu falei também, né? Ele disse que mesmo que ela não tivesse onde cair morta ele ficava com ela. Mas você precisa ver a beca do homem. Tava na fila do banco todo arrumadão, só roupa boa. Perguntou de você e chamou a gente pra jantar lá na casa dele um dia desses, tá morando numa mansão lá no Jardim Botânico. Deu o cartão, falou que era só ligar e marcar.
- Eu hein, eu vou lá me enfiar em casa de bacana? Não tenho nem roupa pra isso, Celso, nem inventa.
- Que isso, Nina. E aquele vestido bonitão que eu te comprei pra ir nos quinze anos da Tatiana?
- Rá, você tá brincando comigo. Sabe quantos quilos eu engordei depois daquela festa, Celso? Sabe quanto tempo faz isso?
- Ué, deve ter uns três anos, não cabe mais não, é?

Nina por um instante parou de picar a salsinha, respirou fundo e com os olhos lacrimejando despejou:

- Eu só vou dizer pra você que a Tatiana já está com 22 anos. Depois de passados SETE anos, aquele vestido cafona não cabe mais em mim não. E você sabe por quê? Porque eu engordei oito quilos de lá pra cá. E você sabe por que eu engordei? Porque eu virei uma dona de casa patética, você nunca me deixou trabalhar e a minha vida é ficar dentro dessa casa cuidando de um marido de merda que não me olha e nem um beijo na boca me dá mais.
Passo os meus dias arrumando, lavando, passando, cozinhando, vendo novela e falando da vida alheia com essa vizinhança escrota que não olha para o próprio rabo. Aliás, assim como eu, que tinha beleza, uma vida confortável, carreira promissora, e uma porção de pretendentes que passavam longe do borra botas que você é. Mas briguei com os meus pais, perdi meus amigos e vim parar nesse fim de mundo com um perdedor, estéril que nem um emprego decente consegue arrumar. Pensando bem, melhor você não poder ter filho mesmo, porque nem uma vida digna o pobre ia ter.

Celso atônito ouvia aquelas palavras cheias de rancor e frustração cuspidas da boca de sua esposa com quem ele havia se casado há quase dez anos e que mal ou bem, ainda tinha uma certa afeição.

Quando se conheceram no quiosque em frente ao prédio do jornal onde Nina trabalhava como fotógrafa, foi amor à primeira vista. Ele não conseguiu tirar os olhos daquela moça que passou para comprar um maço de cigarros. Ela, por sua vez, também não podia deixar de notar aquele belo sorriso em sua direção.

Coisa que nunca havia feito antes foi sentar-se ali - gostava de fumar caminhando, para ajudar na digestão do almoço. Mas foi exatamente o que fez aquele dia. Celso aproximou-se e a partir dali sua vida nunca mais foi a mesma. Brigou contra tudo e contra todos que não aprovavam a união do casal. Pouco mais de seis meses depois estavam casados. Nina mudou-se para Campos Elíseos onde Celso construía uma modesta casa, mas pelo menos não viveriam de aluguel.

Nina não conseguiu manter o emprego no jornal e o marido logo sugeriu que ela ficasse apenas cuidando dos afazeres do lar enquanto ele se virava com o sustento. Mas Celso nunca parava muito tempo num lugar só. Vivia dizendo que aquele novo trabalho era o melhor de todos, mas não dava dois meses saía em busca de outro. Os anos foram passando e a rotina continuava a mesma.

Após três anos tentando engravidar sem obter nenhum resultado, Nina procurou um médico que disse que ela encontrava-se em perfeitas condições de ter filhos. O problema estava com Celso, ele era estéril. Pensaram na possibilidade de adotar uma criança, mas Celso se mostrava cada vez mais indiferente, além da situação financeira acabar sempre adiando a decisão.

- Nina, eu….

Tudo isso passou como um flash na cabeça de Celso, que depois de todos esses anos nunca havia parado pra pensar no que havia se tornado. No que havia feito com sua vida, seu casamento, sua mulher e com o amor desmedido que um cultivava pelo outro.

- E você quer saber do que mais? Eu vou embora dessa porcaria é agora. Não quero nunca mais olhar pra essa sua cara de zé ninguém.

Então Nina enxugou as mãos no pano de prato e foi para o quarto. Ouvia-se o abre e fecha do armário misturado ao som do zíper da bolsa de viagem.

Celso não conseguiu se levantar da cadeira. Só tentava recordar o que havia falado ali naquela conversa absurdamente banal para despertar toda aquela fúria na mulher que afinal sempre o tratava com tanta gentileza.

Nada que fosse dito faria com que ele aceitasse que o tempo, as amarguras, as frustrações e os fracassos deterioraram todos os planos e sonhos que aquele jovem e belo casal há dez anos pensava em um dia realizar.

É cada sonho

Publicado: 28 de Maio, 2003
Categoria: Pffff!

Sabe aquela sensação de quando estamos dormindo e um som externo qualquer passa a fazer parte do sonho?

Essa noite sonhei que estava esperando alguém, sozinha, parada do lado de fora do carro. De repente, os vidros do carro começaram a descer, mas faziam um barulho infernal. E depois subiam novamente.

Depois de alguns segundos comecei a achar aquilo muito esquisito: como os vidros subiam e desciam sozinhos e por quê faziam tanto barulho?

Aí me dei conta de que na verdade era o meu celular que estava tocando e acordei. Eu hein.

Cada sonho

Publicado: 28 de Maio, 2003
Categoria: Pffff!

Sabe aquela sensação de quando estamos dormindo e um som externo qualquer passa a fazer parte do sonho?

Essa noite sonhei que estava esperando alguém, sozinha, parada do lado de fora do carro. De repente, os vidros do carro começaram a descer, mas faziam um barulho infernal. E depois subiam novamente.

Depois de alguns segundos comecei a achar aquilo muito esquisito: como os vidros subiam e desciam sozinhos e por quê faziam tanto barulho?

Aí me dei conta de que na verdade era o meu celular que estava tocando e acordei. Eu hein.

feminismo hipocrita

Publicado: 28 de Maio, 2003
Categoria: Blábláblá

Engraçado esse negócio de se dizer feminista. Trabalha fora, é bem sucedida profissional e financeiramente. Mas coloca uma empregadA (outra mulher) pra cuidar de sua casa e dos afazeres do lar. Por que não contrata um empregadO então?