Então escolhemos Perdizes. Antigamente a região era considerada subúrbio da zona rural de São Paulo. O nome vem de uma senhora – Teresa de Jesus Assis – que em 1850 criava aves no local. É o bairro da PUC e de palmeirenses que a cada gol gritam pela janela, feito loucos.
Ele é um dos mais populosos da zona oeste de São Paulo. Em suas ruas arborizadas moram mais de 100 mil pessoas, atraídas pela localização estratégica, já que o bairro fica próximo ao centro e a Avenida Paulista. Além disso, Perdizes possui avenidas que ligam as diversas regiões da cidade.
É essencialmente residencial, com construções super charmosas e bem conservadas, que vão desde casinhas geminadas aos prédios monumentais, passando pelos casarões neocoloniais. O local é bem servido por escolas, padarias, farmácias e restaurantes. Tem também várias boutiques e lojinhas especializadas em alguma coisa interessante em cada rua que você passa. Já ouvi várias pessoas dizendo que Perdizes é dividido em dois: um à direita da Avenida Sumaré e outro à esquerda. De um lado ficam as casas mais tradicionais e do outro ele continua em plena expansão.
Bom, sei que sempre que falo para um paulistano onde estou morando, ele parece se derreter: “Ah, Perdizes é uma delícia!”. Ainda não me acostumei com as ladeiras sem fim, mas acho que é só uma questão de tempo mesmo.
E ainda tenho muito o que explorar por aí. Alguma dica?

