Eu, mamãe e Clara voltamos para o Rio no domingo pela TAM. Chegamos ao aeroporto com uma hora e meia de antecedência do vôo, fizemos check-in e fomos fazer hora passeando pelas lojinhas. Nos distraímos e entramos para embarcar faltando uns dez minutos para o avião sair e…. adivinha? Não deixaram a gente embarcar.
Não estou dizendo que estou certa em chegar 10 minutos antes da hora do vôo, mas os atendentes da TAM não fizeram o menooooor esforço para verificar se ainda tinha alguma possibilidade da gente entrar no avião, afinal tinha uma criança de 2 anos no meu colo que ficaria mofando ali por mais 3 horas. Sim, porque fizeram o grande favor de nos encaixar no próximo vôo que saía dali a três horas.
Ok, esperamos o próximo avião (que faria uma conexão no Rio com destino à Paris, ou seja, nem um lanchinho sequer!) e quando chegamos, a preocupação era com a bagagem que provavelmente teria vindo no vôo anterior. Explicamos a situação a mais um preparadíssimo funcionário da TAM e este nos informou com toda convicção que quando isso acontece, as malas são retiradas e que nossos pertences estariam mesmo no vôo no qual viemos.
A reserva inicial que perdemos era para 19h. O avião que pegamos saía de São Paulo às 22h chegando ao Rio quase às 23h, ou seja, a essa altura do campeonato, Clara estava desmaiada no meu colo, enquanto eu aguardava ansiosamente a chegada das nossas bagagens pela esteira.
Depois de uma hora em pé com uma criança de 13 quilos no colo, sobrou uma esteira vazia, veja só! Foi quando um novo funcionário da TAM chegou perto de mim e perguntou sobre as minhas malas. Expliquei a história e ele imediatamente falou: “ah! sua bagagem veio no vôo anterior, por favor, queira me acompanhar”. E não é que realmente nossas malas estavam numa saletinha só esperando por nós? Incrível.
No final das contas foram 5 horas de aeroporto, uma coluna estrupiada, fome, sede, um mau humor sem fim e claro um já manjado “peço desculpas em nome da TAM”.
Isso é que dá ser mulambo e comprar passagem levando em consideração só o preço, acaba saindo caro…
