Ontem a minha filhota fez 1 aninho. Nem vou entrar no mérito que parece que foi outro dia que ela era uma coisinha bem menor ainda que só fazia mamar, dormir e chorar. O tempo voa!
Eu quis fazer uma festinha bem bonitinha para ela. Er….pra mim, né? Porque dizer que a festa é pra ela é hipocrisia. Ela não curtiu, ficou super estressada com um monte de gente que ela não convive o tempo todo cercando. E nem foi uma mega festa. A gente contratou um buffet e comemorou no playground do nosso prédio com o pessoal da famÃlia e os amigos mais chegados. Fez um tempo horroroso o dia todo e eu achei que ia ser um fracasso, mas até que bastante gente compareceu. Obrigada, pessoal!
Então eu queria falar da experiência de comemorar o primeiro ano da minha primeira filha:
1 – Contratar uma festa pronta é um grande alÃvio. Não tinha a menor chance de organizar todos os detalhes sozinha. Ainda assim, nas últimas duas semanas quando chegava do trabalho, sempre que a Clara tirava um cochilo, eu tinha alguma coisa pra resolver. Fiquei bastante satisfeita com o resultado, fora o fato de ter pedido cajuzinho no pacote de docinhos e os caras não terem trazido. Onde já se viu festa de criança sem cajuzinho?!
2 – Pra variar, como em qualquer festa onde você é o anfitrião / centro das atenções, não consegui dar atenção pra todo mundo e nem me sentar um minuto.
3 – Sempre que vou comprar um brinquedo, chego na loja dizendo a idade da criança e o vendedor me indica as opções. Eu nunca tinha parado pra pensar em como isso faz com que uma criança ganhe tanta coisa parecida. No caso da Clara, foram pelo menos uns 10 brinquedos daqueles de encaixe. Óbvio, né?
4 – A-D-O-R-E-I abrir aquele monte de presentes, pena que uma hora acaba!
5 – Tem gente super próxima de mim que mora no mesmo bairro e nunca se dignou a dar uma passada de 20 minutos na minha casa pra conhecer minha filha até hoje. Você pode achar bobagem, mas eu não convidei essas pessoas pra festa. Birra mesmo.
6 – A festa foi à s 18h. Nos próximos anos quero comemorar mais cedo. Fica cansativo pra criança e pra gente que já acostumou com o ritmo dela, também.
7 – Agora eu já sei que preciso providenciar uma roupa de calor e uma de frio para a ocasião. Já tinha preparado um vestidinho com sandália e por conta da friaca e da chuva, tive que mudar radicalmente o modelito. Só que no dia D, sair em busca da roupa perfeita é dose. Não faço mais isso. Coisas como a falta do cajuzinho, por exemplo, poderiam ter sido reclamadas a tempo!
8 – Fiquei toooooda boba. Babando mais do que normalmente. Desfilando com o meu pinguinho de gente de um lado para o outro. (Ela ainda não anda…e haja braço!)





