Arquivos de janeiro, 2005

janeiro

Publicado: 26 de janeiro, 2005
Categoria: Blábláblá

Esse mês está custando a passar ou a impressão é só minha?

Ele acaba na segunda-feira da semana que vêm ainda!

closer

Publicado: 24 de janeiro, 2005
Categoria: Filminhos

closer.bmp É difícil encontrar um filme sobre relacionamentos que não caia na mesmice e “Perto Demais“, definitivamente, é um desses.

O roteiro de Patrick Marber é baseado em sua elogiada e premiadíssima peça teatral homônima que estreou em 1997. Desde então, já foi traduzida para mais de 30 idiomas e encenada em mais de 100 cidades de todo o mundo, inclusive em palcos brasileiros.

Virou filme pelas mãos de Mike Nichols. A trama é à primeira vista um drama romântico, que gira 180 graus e esbanja crueldade e cinismo.

Provavelmente você vai sentir uma grande empatia pelos personagens. Todos nós já fomos um deles em algum momento das nossas vidas ou pelo menos já nos sentimos como eles. E a forma como o diretor aborda as questões faz com que até nos momentos mais cômicos do filme haja uma certa amargura no ar.

O que irá acontecer quando você se apaixonar? E se, por acaso, um de vocês desistir ou mudar de opinião? Quando contamos a verdade, somos mais heróicos do que quando mentimos, mesmo sabendo que a verdade poderá arrasar vidas e corações para sempre?

“Perto Demais” é cruel porque é verdadeiro, revela a hipocrisia dos relacionamentos sem pregar soluções e é um filme que, inevitavelmente, vai desenterrar fantasmas…

A trilha sonora é ótima – vale ressaltar três canções executadas por Bebel Gilberto – só que no final das contas, você vai lembrar de uma única e especial música: The Blower’s Daughter por Damien Rice. Ela toca no início e final do filme. Mostra dois lados completamente diferentes, mas com um sentido fantástico. Corra para o cinema djá!

gata da privada

Publicado: 22 de janeiro, 2005
Categoria: Aconteceu, virou manchete

etc 002.jpg

E aproveitando o post anterior, aqui está a prova que nossa tampa fica fechadinha. A mabel até aderiu como cama e foi carinhosamente apelidada de “A gata da privada”.

privada

Publicado: 21 de janeiro, 2005
Categoria: Blábláblá

privada.bmp
Volta e meia recebo aqueles e-mails engraçadinhos sobre as principais diferenças entre homens e mulheres.

As abordagens são diversas, mas normalmente o foco é em como os homens são palhaços, dependentes, mal educados, sem noção, exibidos, traidores, filhinhos de mamãe e etc. Uma das piadas recorrentes é sobre o dom nato que eles têm em não abaixar o assento do vaso sanitário.

Partindo do princípio que o vaso DEVE ficar COMPLETAMENTE fechado por uma questão de boas práticas de higiene, eu sei que um montão deles quando vai ao banheiro fazer xixi, levanta o assento, a tampa e sai de lá SEM ABAIXAR O ASSENTO E A TAMPA DA PRIVADA.

Nah, nada de entrar no mérito do salpicar o chão todo, não lavar as mãos, nem puxar a descarga. Home civilizado não faz isso!

A mulher – tadinha – quando vai ao banheiro, levanta só a tampa, né? Mas ao sair, NÃO ABAIXA A TAMPA DA PRIVADA.

Como podemos ver, nem homem nem mulher abaixam a tampa. A conclusão é que a mulher abaixa o assento da privada mas a tampa ela não abaixa, e o homem não faz nem um e nem outro. Nesta altura, dá tudo no mesmo: abaixar uma tampa ou nenhuma causa o mesmo estrago.

Pois agora parto em defesa dos homens. Mulher adora falar que homem não abaixa a tampa, mas ela mesma também não o faz. Quando um homem ouve uma mulher reclamando que ele não abaixou a tampa do vaso, ele não tem idéia que ela quer dizer que ele não abaixou o ASSENTO PRA ELA.

Na realidade, o que ela quer é que ele já deixe o vaso pronto pra quando ela for usá-lo. E convenhamos que além de ser o maior egoísmo, é muita cara-de-pau! Vai me dizer que ele deve ser cavalheiro pra quando ela for dar um mijadão maneiro?! :o P

Posso dizer que não tinha o costume de abaixar a tampa até que passei a conviver com um homem que abaixava. A justificativa (bastante louvável e mais do que suficiente para que eu mudasse meus hábitos) era de que assim o gato não poderia beber a água do vaso. Mas está muito além disso, claro.

Bom, então agora que todo mundo vai abaixar suas tampas e não vai mais brigar por causa disso, pensemos num outro motivo…

(Pois é. Ficar muito tempo sem blogar, rende esse tipo de post, sabe?)

sobre cafe e cigarros

Publicado: 12 de janeiro, 2005
Categoria: Filminhos

Assistimos “Sobre Café e Cigarros” que passou pelo festival de cinema e que pra variar, não consegui ver na época.

O filme foi rodado num período de 17 anos. São curtas de 1986, 89 e 93 e mais alguns novos que renderam o longa de 95 minutos com 11 historietas: todas elas em torno da idéia de sentar para um café com alguém, fumar um cigarro e jogar conversa fora.

A escolha de filmar a preto (café) e branco (cigarros) não parece ter sido por acaso. As mesas sempre com quadriculados (ou em um caso específico, mesa lisa, mas com canecas quadriculadas) nos dão a sensação de estarmos o tempo todo assistindo a um jogo de xadrez verbal.

coffee.jpg E o resultado é irregular assim como qualquer filme formado por vários curtas: alguns são ótimos, outros chatos; uns divertidos e outros bobos, mas o conjunto é pra lá de interessante. Uma série de conversas mais ou menos improvisadas, mais ou menos absurdas, assim como as que todos nós temos no dia-a-dia e que se fossem filmadas, nos mostrariam o que a maioria de nós se recusa a ver…

ano novo 2005

Publicado: 3 de janeiro, 2005
Categoria: Blábláblá

Eu podia falar alguma coisa sobre a tsunami (achei isso o máximo), contar dos presentes bacanas que eu ganhei de natal, dizer algo sobre o novo emprego, falar de como foi a virada de ano, dos filmes que tenho visto ou até do ciclo menstrual das borboletas do Himalaia, mas não sai. Acho que tô fechada para balanço.

Esse pseudo post é só pra página não ficar muuuuito vazia.

Quem sabe com o ano novo, minha inspiração se renove também?

Ih, é! Feliz Ano Novo pra você, rapá! :o )