De última hora resolvemos ir ao Vivo Open Air, pra quem não sabe é aquele evento que está tendo no Jockey com cinema ao ar livre, shows, bares e restaurantes.
Ontem foi a pré-estréia de um filmeco brasileiro chamado “Garotas do ABC“. Conta uma história tosca de personagens incompletos em situações incompreensíveis com diálogos incrivelmente mal escritos (uma coisa meio “Malhação”).
A única coisa que presta no filme – que até tem umas cenas divertidas – é a participação de Selton Mello, que aliás, compensa a fraqueza de boa parte do elenco, em especial as atrizes, que parecem nem saber o que estão fazendo ali.
O filme chegou a ser premiado com Candangos de Melhor Atriz e Ator Coadjuvantes por conta do bom trabalho que fizeram Vera Mancini e Enio Gonçalves, respectivamente, mas pára por aí.
E olha que eu nem sou de detonar filme, hein?… também teve a parte boa: a deliciosa brisa noturna que batia na gente enquanto assistíamos ao lixo que passava na tela grande ao ar livre.
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Mas chega de falar de filme, né? Já têm uns três posts que eu só falo disso! Vamos ao show. Ah, o Nando Reis.
Quando o Cris foi convidado para ir ao Blog ‘N’ Roll em agosto do ano passado e eu soube que a parte roll da parada seria o Nando, fiz questão de ir junto. Sou aquele tipo de fã tímido, mas nem tanto. Quero ir lá, ver de perto, arriscar um quero tirar uma foto com o Nando, mas nada de dizer o quanto acho suas letras e trabalho impecáveis e esse tipo de coisa. Bo)
Uma porção das suas músicas imortalizadas na voz de Cássia Eller foi cantada em coro pelo público e todas me arrepiaram até o couro cabeludo. Sua interpretação junto as fortes batidas do violão, davam um brilho ainda mais intenso a elas.
Entre outras, tocou a inconfundível “Fogo e Paixão” caindo em “My Pledge of Love“. E para fechar o show com chave de ouro, sua linda “Marvin“.
Saimos de alma lavada e completamente seduzidos pela apresentação emocionada e irrepreensível do cara. Na terça-feira voltaremos lá para ver Marina Lima e Rodrigo Amarante. Quem vai?
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Amor improvável é tema recorrente de comédias românticas. Elas normalmente falam de casais que se odeiam e depois de uma hora e meia de filme, terminam felizes para sempre. “
No final do século XIX a nação japonesa começa a sonhar com a modernidade do Ocidente. Com uma sociedade em profunda transformação, os homens por trás do imperador vêem nos tradicionalistas samurais – que resistem e brigam pelos valores que defenderam por tantos anos – um perigo para o progresso do país. Algren, um (amargurado e bêbado) veterano de guerra americano, é contratado para treinar ao estilo ocidental as tropas do imperador contra os rebeldes. No entanto, logo no primeiro confronto ele é capturado como prisioneiro de guerra. Tratado e estudado pelos samurais, ele aprende a respeitar seus costumes e apreciar seu modo de vida.