Nestes últimos dias de folga, entre uma saída e outra pela noite carioca, andamos vendo e revendo uma porção de filminhos que gostaria de comentar sem muitas delongas.
S.W.A.T.: Nada que eu já não pudesse prever nos primeiros dez minutos de filme, mas é bem divertido. E podes crer que você ainda sai do cinema cantarolando a musiquinha-tema.
Forrest Gump: Sem dúvida foi a obra-prima de Robert Zemeckis. Está naquela lista de filmes que eu posso ver uma centena de vezes sem cansar. Não vou fazer comentários acerca da trilha sonora, porque ela dispensa qualquer um.
As Invasões Bárbaras: Reúne os mesmos personagens de um filme de 86, do mesmo diretor, “O Declínio do Império Americano” (que eu ainda não vi).
O filme fala de esforços, dos valores que permanecem, mas fala principalmente de perdas. Da cultura do conhecimento desvalorizada, de uma outra cultura cada vez mais imediata e individualista em seu lugar e da desunião afetiva em função disso.
Do drama a mais pura alegoria de um contexto político, o filme é sensacional seja lá qual for sua interpretação.
O Senhor Dos Anéis - O Retorno do Rei: Quem comanda o batatal dessa vez é Gandalf, com certeza. Tirando o incômodo de assistir ao filme numa sala do UCI sem ar-condicionado e com mais alguns probleminhas técnicos, a última e mais longa parte da trilogia é duca (mas ainda sou mais a segunda).
A Profecia: Nunca tinha visto até hoje e achei que fosse ficar com mais medo. Mas os extras do DVD que mostram comentários e entrevistas com atores, produtores e diretor, esses sim são de arrepiar.
O Último Tango em Paris: Ah, a famosa cena da manteiga. Tem gente que gosta de dizer que o filme é erótico. De erótico ali, eu não vi nada. O filme é apenas uma tentativa de falar abertamente sobre coisas que a sociedade sempre preferiu ver trancadas a sete chaves, no qual a principal é que somos seres solitários à procura de nós mesmos. (Nossa, estou profunda hoje).
Pronto, relatório passado, já posso ir dormir. E a gente se vê no ano que vêm. ;o)

Já falei da